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Extremistas matam 11 pessoas em ataque à comunidade cristã na Nigéria

Recentemente, extremistas mataram 11 cristãos durante um ataque a uma comunidade agrícola cristã na Nigéria. O crime ocorreu na vila...

Extremistas matam 11 pessoas em ataque à comunidade cristã na Nigéria
Extremistas matam 11 pessoas em ataque à comunidade cristã na Nigéria (Foto: Reprodução)

Recentemente, extremistas mataram 11 cristãos durante um ataque a uma comunidade agrícola cristã na Nigéria.

O crime ocorreu na vila de Ruwi B2, no condado de Bokkos, em 27 de março, e faz parte dos desafios contínuos de insegurança que comunidades cristãs rurais enfrentam no estado de Plateau. 

O International Christian Concern (ICC) informou que entre as vítimas estavam uma mulher grávida, seu marido e uma menina de 10 anos. 

Os sobreviventes acreditam que os homens armados que atacaram a comunidade podem estar associados a militantes Fulani.  

Eles atacaram enquanto um grupo prestava homenagens a um idoso de 87 anos que havia falecido na comunidade. 

Por 45 minutos, os extremistas deixaram a comunidade em choque e sofrendo mais um luto.

“No final da noite, militantes armados nos surpreenderam com seu ataque. Perdemos 11 vidas valiosas, incluindo uma mulher grávida”, disse Tajot Stephen Alexander, um morador de Ruwi, ao ICC. 

‘Mais segurança’

Agora, os moradores de Ruwi vivem com medo generalizado. Eles pedem tanto garantias verbais quanto ações concretas de segurança das autoridades.

Segundo o ICC, o ataque ocorreu apesar dos avisos prévios sobre violência que poderiam ocorrer  durante a Quaresma, levantando dúvidas sobre a preparação das forças de segurança para proteger essas comunidades. 

No momento do ataque, o exército nigeriano e o pessoal de segurança da Operação Safe Haven estavam posicionados próximo à região.

Em resposta, a Anistia Internacional Nigéria condenou os assassinatos e ressaltou a importância de medidas proativas para proteger comunidades vulneráveis.

“A inação das autoridades deixou as pessoas expostas à violência, resultando em perdas devastadoras”, declararam eles.

‘Ataque brutal’

O governador do estado de Plateau, Caleb Manasseh Mutfwang, denunciou o ataque, chamando-o de um “ato bárbaro contra vidas inocentes”.

Em uma declaração divulgada por Bere Gyang, diretor de imprensa e relações públicas do governador, Caleb transmitiu suas condolências às famílias das vítimas e prometeu buscar justiça. 

“Trabalharemos incansavelmente para garantir que os responsáveis ​​sejam levados à justiça”, afirmou o governador, também destacando a importância de melhorar as medidas de segurança em todo o estado. 

A Nigéria ficou em 7º lugar na Lista Mundial de Observação de 2025 da Portas Abertas, dos lugares mais difíceis para ser cristão, assim como no ano anterior.